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Top Blog #2

Antes de expor a segunda lista tríplice do Top Blog, devo imensas desculpas a você, leitor, pela minha inassiduidade. Não diga que é descompromisso para com o PA, leitor, por favor. Antes que me impute os piores adjetivos - e não o retiro de sua razão -, explico-me: o tempo me é tomado de assalto pelas atividades acadêmicas de universitário. Acredito que esta desculpa, de tão surrada, já caiu em total descrédito. Antes isso que incorrer em falsas justificativas, não?

Bem, prometo-o que tentarei canalizar um pouco de meu tempo perdido em redes sociais para o processo laboral de escrita, publicação e manutenção dos textos do PA. E, como promessa é dívida, dou-lhe o direito de cobrá-la, a qualquer tempo, judicialmente, mediante posse de Certidão de Dívida Ativa. HAHAHA!

Desculpas e gracejos à parte, vamos ao que desinteressa.

Top Blog #1

Iniciaremos hoje no PA uma série de posts, que serão publicados mensalmente, em caráter permanente, de sugestões de sites/blogs. Cada post conterá uma lista de três sites/blogs que, após um criterioso crivo (que incluirá a análise tanto técnica e visual do site/blog quanto seu conteúdo, claro), foram considerados de boa qualidade para nossos leitores. Constará, também, uma síntese da biografia do escritor-blogueiro e sugestões de leitura, que incluirão, preferencialmente, os textos mais acessados do respectivo site/blog.

O Oitavo Pecado Capital

Moralismo (Poemas Avulsos)

 Os oito pecados capitais


E, FINALMENTE, leitor, após um árduo e quase trabalho de parto de nove meses, revelarei o Oitavo Pecado Capital. Antes de mais nada, devo agradecer aos meus familiares e amigos pelas criativas e eficientes opiniões, que perpassaram desde o conservadorismo (homoafetividade, como oitavo pecado) até o liberalismo exacerbado (o não pecar, como o oitavo elemento). Agradeço, também, ao Santo Google, claro. Nele você encontra respostas até para os mistérios da humanidade. Sem mais delongas, digo que o oitavo pecado é o MORALISMO!

O mestre Aurélio define, com usual clareza, o conceito deste verbete: tendência a priorizar de modo exagerado a consideração dos aspectos morais na apreciação dos atos humanos. E o que seria a moral? Do mesmo autor, infere-se que moral é o conjunto de regras de conduta consideradas como válidas por um grupo social em um determinado espaço-tempo. Introduzido e explicado o assunto, vamos ao que desinteressa.

Hipertrofie-se!

Cérebro malhando (Poemas Avulsos) A soberba intelectual


POR POUCO mais de um mês, mantive-me afastado do PA. Fisicamente, somente, vale ressaltar. Nenhum dia se passou sem ter vindo ao meu encontro um sentimento de culpa por ter abandonado meus leitores. Digo, de antemão, que foi por motivo de força maior: a um, os assuntos acadêmicos, em especial, consomem com voracidade meu tempo; a dois, está a ausência da tão necessária inspiração. Nem a busca de experiências novas a tem despertado, tamanha sua fraqueza. A três, está a Preguiça em si: inutilizo incontáveis horas no vício universal do mundo virtual – o Facebook. Postos os argumentos. Se o convenci ou não, o problema não é meu (nem seu).

Vamos agora ao que desinteressa e continuemos (e, por favor, acabemos!) a série do Oitavo Pecado, com a Soberba.

D. Aurélia Camargo

A INVEJA #1
“O ciúmes não nasce do amor, e sim do orgulho. O que dói neste sentimento, creia-me, não é a privação do prazer que outrem goza, quando também nós podemos gozá-lo e mais. É unicamente o desgosto de ver o rival possuir um bem que nos pertence ou cobiçamos, ao qual nos julgamos com direito exclusivo, e em que não admitimos partilha. Há mais ardente ciúme do que o do avaro por seu ouro, do ministro por sua pasta, do ambicioso por sua glória? Pode-se ter ciúme de um amigo, como de um traste de estimação, ou de um animal favorito. Eu quando era criança tinha-o de minhas bonecas”. (Aurélia, em A Senhora, de José de Alencar).

Tempo

Tempo (tic tac tic tac). Incrível o quão semelhante é o som entre um simples relógio e uma bomba pré-programada. O relógio também explode. Explode minha paciência, minha carência, minha leve demência. Vamos! Não tenho tempo! (tic tac tic tac). Não posso perder meu tempo! Ao expelir essas frases, o sem-tempo não percebe a incrível contradição em que se inclina: como pode perder algo que sequer possui?

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